Mais uma do Jorginho
Jorginho tava desenrolando com a Sabrina, moça recatada e muito da gostosa, há mais de um mês. Num belo dia a prenda resolveu chamá-lo pra ir a casa dela, numa festinha da família, antes da noite realmente começar. Sabrina, além de moça de família, era de estirpe nobre e cheia dos não-me-toques. Aí, pra fazer um bonito com Sabrina, caprichou na indumentária, pediu o sapato do Mancuso emprestado pra poder combinar com a roupa, encheu o saco da irmã pra ela dar um retoque no pé do cabelo, enfim, ele tava apostando naquela noite. Quase chegando na portaria do prédio da menina ele atolou o sapato do Mancuso na merda, só percebendo o cheiro ao subir no elevador, depois de ter interfonado pra que Sabrina pudesse espera-lo de braços abertos na porta.

“Fodeu tudo”, pensou ele. Rapidamente ele encontrou a solução.
“Se eu simplesmente não levantar o pé, ninguém vai sacar nada”. Rabo preso é quem nem bêbado, já repararam? As soluções mais estapafúrdias sempre parecem beirar à genialidade. Prosseguindo. Ele foi calorosamente recebido e entrou se arrastando.
Logo percebeu que o apartamento tinha uma varanda enorme, de quase uma quadra de frente pra Vieira Souto. “Porra, é pra lá que eu vou e ali vou ficar até pensar num jeito de raspar essa merda em algum lugar”. Claro que todos notaram o pequeno problema no caminhar do rapaz e ele se desculpou dizendo que tinha levado uma “entrada forte” de um colega de pelada. Carregou a Sabrina pra varanda e lá ficou até decidir ir se arrastando até o banheiro. Ela o encaminhou até um lavabo daqueles onde a pia só dá pra lavar uma mão de cada vez. (Cabe um aparte: Jorginho calçava 42, mas Mancuso singelos 44, bico largo, no que ele resolveu o problema com um belo chumaço de algodão). A merda estava seca e incrustada nos vãos do sapato. Ele limpou tudo com papel higiênico, enxaguou no vaso, secou no tapete, e voltou triunfante pra sala.
O jantar acabou e eles foram 'esticar' a noite. No carro, Sabrina sente o cheiro dos resquícios da merda. “Jorginho, você tá sentindo esse cheiro?” “Eu não tô sentindo nada”. “Ah, mas tá um cheiro horroroso, você tá sentindo, sim. Eu não pisei em nada, tira esse sapato que eu quero ver!”. É claro que tirar o sapato na frente dela ele não poderia, porque, além de acusar que tinha pisado na merda, ela veria aquele chumaço de algodão que ele tinha atochado no sapato. Levantou rapidamente os pés e tratou de encerrar a conversa. Tudo transcorrido nos conformes, o casal dorme após uma foda manca (ele perderia a pose, mas nunca a majestade) e eis que ele acorda e tá lá Sabrina examinando o sapato que ele escondera atrás do bidê, com um monte de algodão na mão. Como ele já tinha conseguido o que queria e não dava mais pra fugir de uma explicação, relatou o plano quase perfeito. Nunca mais se viram. Jorginho nunca entendeu por que.

“Fodeu tudo”, pensou ele. Rapidamente ele encontrou a solução.
“Se eu simplesmente não levantar o pé, ninguém vai sacar nada”. Rabo preso é quem nem bêbado, já repararam? As soluções mais estapafúrdias sempre parecem beirar à genialidade. Prosseguindo. Ele foi calorosamente recebido e entrou se arrastando.
Logo percebeu que o apartamento tinha uma varanda enorme, de quase uma quadra de frente pra Vieira Souto. “Porra, é pra lá que eu vou e ali vou ficar até pensar num jeito de raspar essa merda em algum lugar”. Claro que todos notaram o pequeno problema no caminhar do rapaz e ele se desculpou dizendo que tinha levado uma “entrada forte” de um colega de pelada. Carregou a Sabrina pra varanda e lá ficou até decidir ir se arrastando até o banheiro. Ela o encaminhou até um lavabo daqueles onde a pia só dá pra lavar uma mão de cada vez. (Cabe um aparte: Jorginho calçava 42, mas Mancuso singelos 44, bico largo, no que ele resolveu o problema com um belo chumaço de algodão). A merda estava seca e incrustada nos vãos do sapato. Ele limpou tudo com papel higiênico, enxaguou no vaso, secou no tapete, e voltou triunfante pra sala.
O jantar acabou e eles foram 'esticar' a noite. No carro, Sabrina sente o cheiro dos resquícios da merda. “Jorginho, você tá sentindo esse cheiro?” “Eu não tô sentindo nada”. “Ah, mas tá um cheiro horroroso, você tá sentindo, sim. Eu não pisei em nada, tira esse sapato que eu quero ver!”. É claro que tirar o sapato na frente dela ele não poderia, porque, além de acusar que tinha pisado na merda, ela veria aquele chumaço de algodão que ele tinha atochado no sapato. Levantou rapidamente os pés e tratou de encerrar a conversa. Tudo transcorrido nos conformes, o casal dorme após uma foda manca (ele perderia a pose, mas nunca a majestade) e eis que ele acorda e tá lá Sabrina examinando o sapato que ele escondera atrás do bidê, com um monte de algodão na mão. Como ele já tinha conseguido o que queria e não dava mais pra fugir de uma explicação, relatou o plano quase perfeito. Nunca mais se viram. Jorginho nunca entendeu por que.

2 Comments:
At 05 Dezembro, 2006 14:36,
ana pri said…
esse jorginho... rsrsrs...
At 07 Dezembro, 2006 11:36,
gigi said…
jorginho cagou na saída!
uáaaaaaaaaaa!
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